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As portas que escolhemos abrir

As portas que mantemos fechadas, muitas vezes são as barreiras, os limites que criamos. Muitas vezes mascaradas pelo medo de achar que não podemos abrir, ou até medo de não saber o que vai encontrar lá. Optar por não abrir e permanecer no mesmo lugar pode ser confortante, mas essa pode ser a razão de muitas frustrações sufocantes. Quantas possibilidades e oportunidades ficaram fechadas?



" As portas que abrimos e fechamos a cada dia decidem a vida que vivemos."

( Ardonny A.)





Comigo foi assim! Por muito tempo mantive portas fechadas, ou somente espiava pela fechadura e permanecia vendo portas fechadas, e por mim mesma! Eu resolvi dar chance, olhar sobre nova perspectiva, ver que sim, que era possível! A primeira porta é sempre a mais especial e inesquecível. Ela tinha peso, era pesadíssima. Teve som também, não do ringir da fechadura, som da vitória interna. Teve gosto, o gosto de conquista e teve um abraço no final, o mais acolhedor de todos, o do merecimento próprio. Quando abrimos a primeira, rompemos com nossa primeira limitação.


Passei o ver minhas escolhas, não pela decisão de fechar portas, mas pelo olhar de “nova direção”. Não fecho portas, apenas olho para nova direção! Olhar por essa perspectiva deixa tudo mais leve, pois conforta as escolhas e nos mostra a liberdade de seguirmos a bussola interna, que conduz a novos caminhos que seguem o fluxo da vida.

A bússola interna é quem conduz as novas direções e o amor próprio é a chave para abrir!

Essas portas nos permitem a viver te forma consciente interagindo com a vida de forma autêntica!


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